Dez em abre-nos!

Até 29 de janeiro de 2011, de terça-feira a sábado, das 14h às 17h e das 18h às 21h, no Salão de Exposições do Paço Municipal (Praça IV Centenário, s/nº – Centro – Santo André) com entrada gratuita, você confere alguns dos trabalhos desse coletivo ao qual me integro. As obras foram selecionadas para a  5ª Bienal de Gravura de Santo André.


Nós...


...gravamos gravitares.

Por nos referirmos a um universo composto e complexo de múltiplos universos referenciais, assim precisamos prosseguir nessa escrita. Primeiramente pedimos licença as normas academicamente empregadas, pois, para que possamos de fato adentrar esse sistema devemos aqui transpor a terceira pessoa do discurso e afirmar, nesse corpo coletivo, a primeiridade do plural enquanto NOSSOS pró-nomes pessoais.

Quando esse “fazer” originou-se em nossas existências, não tinhamos ideia do que, do onde, do quando e do como essas experiências de novas invenções chegariam a apresentarem-se ao mundo.

De atos em atos, ações em ações, atividades em atividades, ofícios em ofícios, tarefas em tarefas, trabalhos em trabalhos, obras em obras, formamos inúmeras conjugações (externas e internas) possíveis de se experienciarem. Tantas e variadas como as aqui ousadas em palavras ou através da duplicidade expressa pela repetição diferente do mesmo.

Foram produções desenvolvidas e o fato de logicamente captar alguns vestígios deixados durante a temporalidade compartilhada até então, vividas experimentações acolhidas nesses longos lagos ilógicos por vezes, fez com que nós pudéssemos formatar um mapa de processos e produtos realizados durante esses quase cinco anos em que juntos gravitamos coletivamente.

Nós, do Coletivo C.U.P.I.N.S ( Central Unida de Pessoas Inventando Novas Saídas) temos verdadeiro apreço pelo valor relativo das imagens disponibilizadas para visualização de outros. Visto que é através do olhar, através dessa espacialidade constitutiva pela distância existente na presença entre perceber e ser percebido que nossa forma de percepção aparente, de certa esfera do nosso mundo, pode vir a ser. É nessa possibilidade de espaço, de acolher o que materialmente existe que nossos acontecimentos podem ganhar a medida e a dimensão do que pode muitas vezes se inaugura enquanto existência.
convidamos a todos para irem apreciar os reflexos de nossas ações no mundo.
Boa exposição.


 

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