INSTRUÇÕES: VOCÊ NEM SEMPRE FAZ DIFERRANCE


“Nenhuma coisa é tão difícil quanto a franqueza, nenhuma coisa tão fácil quanto a lisonja. A lisonja é agradável, e eles escutam tudo isso com certa deleitação, com uma deleitação rude talvez, mas deleitação finalmente”. Fiódor isso aí. Resolvi, quer saber, vou dar risada disso aqui, de ativar o processo do "ser bonzinho", da escrita amalucada de uma arte editada em narrativas quadrinhos não sabe se cresce ou encolhe, da volição tampada na boca do sujeito triste querendo ter seu impulso alegórico percebido, da proposta influente dos objetos mofados "do movel" acadêmico, da neo-rococó linhagem recém formada pela turma hy(us)peana, da mania decalque ou decalcomania dos anos 80 e 90, da toy-story-monster crescida, do suvaco-leste querendo esconder que tem pêlo embaixo de si e da máquina a deriva acaso a força da desconstrução dos códigos lhe deixe ver : Isso não é um cachimbo. Quer rir também? Coma pastel de segunda, você nem sempre faz diferença. Boia semana.

Comentários

Postagens mais visitadas