Instruções 3: Contente-se quack!










Em Patia, interior recôndito do ser bonzinho, lá onde a disjunção opera grave, há indicações que as vezes ocorrem por meio de repetições, são elas modificações de formas prejudiciais. Patos nem sempre são bem vindos, porque as vezes arrebatam um grasnar que destoa muito das formas solicitadas. Sim, patia boa é ser papagaio, indicar as texturas das palavras emitidas criando uma ilusão de características próprias na vida real via repetição.

Para quem principia, isso da forma gansada, quack grasnado chega a ser desconcertante. Embora estejam acostumados a realizar os registros apenas do que veem em si , sugerem a todos uma sensação táctil, visual, discursiva algo que tenta equivaler a ter o : paralém de ilusão em si.
Sim, os papagaios, em qualquer que seja o material, existindo diferentes técnicas que permitem representar diferentes texturas, encontram sempre uma dificuldade em escolher a mais apropriada para suas ações de troca. Seguem a sugestão por vezes emitida de apalpar com o bico o objeto (as vezes até de olhos bem fechados). Mas o instinto é mais alto, e logo eles passam a destroçar a matéria em migalhinhas, marcando a mesma por muitas saliências, furos, etc.
Ao final, quando questionados, poderão até tentar dizer algo que tange características inspiradoras, mas de seus bicos o já gravado discurso se repetirá mostrando as "variações tantas" de suas qualidades refletoras. O pato nessa hora, ao ter grasnado destoante, será visto como bicudo. Bicudo de chaleira, chaleira ariada, que reflete em distorções todo o entorno aparentado.

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