ENCICLOPÉDIA EMPÍRICA DA PAUSA

(rabiscos feitos nessa manhã de dezembro dentro do ônibus,2008)


Ele tinha na operação da escrita uma forma de compromisso ideológico. Não muito saber quando começa. Saber que há um ponto onde o trabalho, vira. E ao olhar bem transformar as coisas em parte disso. Dar forma aos nomes e conteúdos a conceitos.
Ao olhar clínica diluidamente a situação, perceber que os acontecimentos adensam-se. Tomam formato numa onda de nuvem, da cor resistência prateada noturno lodo marítima.
Era assim que as coisas aconteciam. Iam infiltrando o olhar com uma vertente de verdidão de verdade singular até que um estrondo de POP filosofia estourasse o olho. POP EYE!!!! O olho passava a ocupar uma força de pensar.
Estava vivo, e essa era em parte uma das pulsões inconscientes percebidas.

Comentários

Marcia Misawa disse…
Que linda sua viagem de ônibus em manhã de dezembro!...

abraço,
Marcia

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