Ele tinha na operação da escrita uma forma de compromisso ideológico. Não muito saber quando começa. Saber que há um ponto onde o trabalho, vira. E ao olhar bem transformar as coisas em parte disso. Dar forma aos nomes e conteúdos a conceitos.
Ao olhar clínica diluidamente a situação, perceber que os acontecimentos adensam-se. Tomam formato numa onda de nuvem, da cor resistência prateada noturno lodo marítima.
Era assim que as coisas aconteciam. Iam infiltrando o olhar com uma vertente de verdidão de verdade singular até que um estrondo de POP filosofia estourasse o olho. POP EYE!!!! O olho passava a ocupar uma força de pensar.
Estava vivo, e essa era em parte uma das pulsões inconscientes percebidas.

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abraço,
Marcia