O PARADOXO DA AMIZADE: CONSIDERAÇÕES SOBRE A PASSAGEM E A NÃO PASSAGEM DO CONCERN AO COMPLEXO DE ÉDIPO NO CASO B. DA OBRA “HOLDING E INTERPRETAÇÃO” DE D.W. WINNICOTT.
Terapeuta Ocupacional,
Acompanhante Terapêutico,
Psicanalista
Resumo
Palavras-chave: Donald Winnicott, Paradoxo, Amizade, Concernimento, Complexo de Édipo, Caso B.
Introdução
Na
obra de Donald Winnicott, os relatos de caso ocupam um papel importante,
servindo como instrumentos essenciais para ilustrar suas ideias e demonstrar a
conexão entre teoria e prática. Esses relatos de casos não apenas enriquecem a
psicanálise, mas também ampliam o conhecimento gerado a partir de seus estudos
e reflexões teóricas.
Numa
primeira leitura, a linguagem de Winnicott pode parecer simples e direta,
transmitindo suas ideias de forma acessível. Á medida que se avança em seus
textos, descobre-se uma rede intricada de temas e conceitos que, embora
aparentemente simples na superfície, revelam uma profundidade e complexidade
significativas.
O
caso B não foge a essa regra. Como é possível que, nos relatos das sessões
realizadas durante a fase final do acompanhamento – momento em que a trama
deveria se encerrar – surjam tantas questões diversas, todas apontando para a
complexidade da existência humana? Um verdadeiro paradoxo. (O fim é o começo que
não percebeu que já começou, enquanto o começo é o fim que ainda não aceitou
que terminou.)
Diante
disso, este trabalho tem como objetivo central explorar conceitos tanto
implícitos quanto explícitos na obra de Winnicott, como o paradoxo, sua visão
sobre a amizade e a relação desses temas com a passagem pelo estágio do concernimento
e a não passagem para o complexo de Édipo.
Os
objetivos específicos levarão em consideração os itens mencionados
anteriormente, utilizando o caso B como guia para a discussão, caso esse
estudado ao longo da disciplina Seminário Teórico-Clínico IV.
O
tema tem relevância não apenas por suas contribuições para a compreensão das
relações humanas e do desenvolvimento emocional, mas também porque, sob a ótica
winnicottiana, a amizade surge como fruto da resolução de conflitos e de
confrontos vividos no estágio do concernimento e na passagem
pelo complexo de Édipo. B. queixava-se da falta de amigos, o que indicava que
ele não havia alcançado certas etapas do processo de amadurecimento emocional.
É na relação com Winnicott que essa questão, dentre outras, emerge de maneira
clara e operante; em busca de algum cuidado para si .
Para
tanto, foram realizadas pesquisas bibliográficas e leituras de referência na
extensa obra de Winnicott, além de textos que lançam luz sobre o assunto na
perspectiva winnicottiana.
Desenvolvimento
” Meus amigos
quando me dão a mão
sempre deixam
outra coisa
presença
olhar
lembrança, calor
meus amigos
quando me dão deixam na minha
a sua mão.”
Amizade, Paulo
Leminski
Paradoxo: O
bebê precisa da mãe, e/ou a mãe, por sua vez, também precisa do bebê. Winnicott
chega a afirmar, em seus escritos, que aquilo que chamamos de “o bebê” não
existe como uma entidade independente – ele não existe sem a mãe. No entanto,
essa relação vai muito além de uma simples mutualidade. Trata-se de uma
experiência profunda, interpessoal e singular de dependência, que se inicia com
uma comunicação silenciosa e íntima entre ambos. Conexão fundamentada,
sobretudo, na necessidade de confiança do bebê no ambiente, o qual corresponde
a aspectos do holding materno.
A
comunicação mãe-bebê é predominantemente corporal, expressa por meio do volume
e calor do seio, do contorno dado pelo colo que o segura, pelo olhar e
respiração e de diversas formas de contato físico (toque, cheiro, visão, som).
Essa comunicação depende, tanto da capacidade da mãe de preocupar-se com as
necessidades do bebê, a partir de uma disponibilidade de facilitação ambiental
e de uma posição denominada de "mãe suficientemente boa", quanto da
tendência potencial inata do bebê para o amadurecimento. É nesse vínculo único
que um dos principais paradoxos da lógica winnicottiana se manifesta.
Frente a esse “segredo” revestido de
contradição, Winnicott (1963) afirma: “Ainda assim, o objeto tem de ser
encontrado para ser criado. Isso tem de ser aceito como um paradoxo, e não
resolvido por um refraseado que por seu brilhantismo pareça eliminar esse
paradoxo.” (Winnicott 1963/2008, p. 165). Ou ainda, Winnicott (1967): “A mãe adaptável
apresenta o mundo de forma que o bebê já esteja munido com um suprimento
da experiência de onipotência, que constitui o alicerce apropriado
para que ele mais tarde entre em acordo com o princípio de realidade. Aqui há
um paradoxo, na medida em que, nessa fase inicial, o bebê cria o objeto,
embora o objeto já está lá, senão ele não o teria criado. O paradoxo deve ser
aceito, e não resolvido.”(Winnicott 1967/2021, p. 32). Em
ambas citações a contradição estabelecida entre criação e encontro alicerça-se
na experiência e na relação de dependência mãe-bebê.
Ao
oferecer o seio ao bebê, a mãe sabe que está dando algo que já existe nela,
algo que lhe pertence. Já o bebê, em sua ilusão de onipotência inaugural, ao
entrar em contato com o seio, vivencia uma experiência única de criação: no
encontro com o seio, ele próprio se sente o criador do objeto. Em outras
palavras, ele cria para si algo que está ali para ser encontrado, ao mesmo
tempo em que esse algo, antes do encontro, não existia como fruto de sua
criação. Esse paradoxo dentre outros, inerente à experiência humana, não deve
ser resolvido, mas sim aceito como parte fundamental da natureza humana.
Na
obra “Holding e Interpretação” (Winnicott, 1972/2010), a mãe de B. falhou
nos cuidados ao filho ao não oferecer a ele um ambiente suficientemente bom. Ainda
na primeira análise, realizada antes da Segunda Guerra Mundial, Winnicott
percebeu que, na relação transferencial estabelecida entre ele e o paciente,
embora alguns aspectos esquizoides aparecessem, emergia algo relacionado à
amamentação. Inicialmente, em uma entrevista com a mãe de B., ela havia
afirmado que a infância do filho fora perfeita. No entanto, anos depois, após ela
passar por análise, revisou essa posição, compreendendo que a busca por
perfeição havia criado um ambiente inflexível e carregado de ansiedade. Ou
seja, ao invés de uma mãe suficientemente boa foi apresentada à criança uma mãe
“tecnicamente” perfeita, com certo padrão de rigidez no cuidado ao invés de
adaptabilidade necessária.
Nesse
sentido, o seio oferecido pela mãe de modo sistemático e antecipado, sem
permitir que o bebê o criasse internamente, refletia uma insuficiência na
relação do bebê com um seio subjetivo. Em outras palavras, a mãe apresentava um
seio objetivo, ao mesmo tempo em que ela própria se colocava como uma figura
materna objetiva. Tanto a mãe-objeto (em especial o seio) quanto a mãe-ambiente
eram oferecidos de maneira excessivamente concreta, sem espaço para a
subjetivação. Cabia a B. lidar com essa dinâmica, o que resultaria em
dificuldades de integração e, em alguns momentos, sensações de aniquilamento.
Winnicott
(1945/2021), ao se referir à adaptação à realidade externa presente no fenômeno
de integração, pontua que o bebê, na relação com o seio, apresenta vontades
instintuais e ideias predatórias. A mãe detém o seio e o poder de produção do
leite, e a ideia de que um bebê faminto a atacará. O fenômeno só se completa
quando mãe e criança vivenciam juntas essa experiência. A mãe cria uma situação
que resultará no primeiro vínculo do bebê com um objeto externo, ou seja, um
objeto externo ao "eu" do ponto de vista do bebê.
“Em
outras palavras, o bebê vem ao seio todo excitado, pronto para alucinar alguma
coisa que pode ser atacada. Nesse momento aparece o bico real, e ele pode então
sentir que era exatamente esse bico que ele estava alucinando. Assim suas
ideias são enriquecidas por detalhes reais de visão, sensação, cheiro, e na
próxima vez esses materiais serão usados na alucinação. Desse modo ele começa a
conjurar aquilo que de fato está a seu alcance.” (Winnicott 1945/2021,
p.293)
Winnicott
(1945/2021) refere que, em estados mais primitivos — especialmente aqueles de
doença, onde existe a possibilidade de regressão —, os objetos presentes no
mundo da fantasia comportam-se de acordo com aquilo que existe quando são
desejados: aproximam-se quando nos aproximamos deles, ferem quando os ferimos e
desaparecem quando não são mais desejados. “Essa última possibilidade é
profundamente aterrorizante e constitui a única aniquilação verdadeira. Não
querer, em consequência da satisfação, é aniquilar o objeto. Essa é uma das
razões pelas quais os bebês nem sempre ficam contentes depois de uma boa
refeição.” (Winnicott 1945/2021, p.294) De certo modo o bebê sente-se enganado,
fazendo com que em virtude disso queira adiar o ataque.
Essa
“agressividade” mencionada, é quase um sinônimo de atividade vital, ela faz
parte das expressões primitivas do amor, e “ precisa de oposição para dar
realidade às experiências, é a que faz o bebê “necessitar de um objeto externo”
que se oponha ‘e não apenas (precisar) de um objeto que o satisfaça’...O estado
de tensão originado no impulso agressivo precisa ser – do mesmo modo que a
tensão instintual- reconhecido pela mãe e de alguma forma atendido, para que
possa ser integrado como experiência pessoal.” (MORAES, 2014, pgs. 234-235)
A
mãe deverá sustentar essa situação ao longo do tempo, persistir e sobreviver às
investidas realizadas pela criança. Ao integrar sua destrutividade, a criança,
após os ataques, será tomada por um sentimento de culpa, e um gesto de
reparação poderá gradualmente surgir. Tais aspectos, presentes no estágio
do concernimento, dizem respeito à possibilidade de integração do
bebê em uma unidade. A criança passa a integrar em si mesma tanto impulsos
amorosos quanto destrutivos, assim como a possibilidade de destruir e reparar o
que foi destruído, formando aquilo que Winnicott denomina Círculo
Benigno. Nesse processo, ela também integra outros sentimentos da vida
instintual, valores pessoais e morais, a capacidade de sentir culpa e de
responsabilizar-se pela própria vida. Ao final dessa jornada, o indivíduo
torna-se — ou melhor, sente-se — uma pessoa inteira, que se relaciona com
outros (também pessoas inteiras), mas agora assumindo seus impulsos
(instintuais e agressivos) nas relações interpessoais. Válido pontuar que a
conquista do concernimento inscreve-se no período de dependência relativa, tendo
por base a díade mãe-bebê; ou seja, uma experiência pré-edípica e seus posteriores
relacionamentos triangulares.
Essas
informações corroboram a hipótese levantada por Winnicott ainda na primeira
análise, na qual a transferência era intensamente subjetiva: a de que B. se
sentia completamente aniquilado após as mamadas, incapaz de vivenciar uma
experiência suficientemente boa. A amamentação desastrosa não lhe proporcionava
um estado de excitabilidade nem relaxamento posterior, deixando-o distante da
sensação de satisfação. De certo modo B. havia avançado no estágio do
concernimento, porém tais conquistas foram se perdendo sem a sustentabilidade
necessária por parte da mãe.
O
pai de B. (cuja morte, quando o paciente tinha 18 anos, um ano antes dele
passar pela primeira vez em análise com Winnicott) assumiu, durante a infância
do filho, o papel dos cuidados maternos necessários, atuando como uma figura
materna substituta por um período. Frente as falhas da mãe, o pai sustentava os
cuidados por um certo tempo devolvendo-o para a mãe, uma mãe que já havia
fracassado. Essa dinâmica acabou interferindo na posterior capacidade e necessidade
de sua entrada no papel de pai, afetando também o modo como B. vivenciou o
papel de filho dentro da rivalidade dinâmica do complexo edipiano.
Retrocedendo
na psicodinâmica do caso e atentando-se as etapas mais primitivas de
constituição, mesmo que B. tenha passado pelo estágio de dependência absoluta
com algumas dificuldades, há fortes indícios de que ele apresenta certos
“congelamentos” na passagem pelo estágio de dependência relativa, em especial na
conquista do concernimento (capacidade de preocupar-se; e da
integração dos instintos e da destrutividade).
Isso
porque, para entrar no concern, é necessário que a pessoa tenha
alcançado algum grau de integração. No fundo, Winnicott levanta a hipótese
diagnóstica de que se trata de uma depressão com impurezas – uma depressão
esquizóide –, referindo assim que B. desenvolveu um falso self patológico.
Esse falso self , embora não plenamente integrado, teria sido
o mecanismo que lhe permitiu dar continuidade ao seu processo de
amadurecimento, apesar dos distúrbios maturacionais presentes em sua
constituição.
Dentre
as diversas demandas e queixas levantadas por B. em seu processo analítico
(MORAES, 2010), destacam-se: a perda da capacidade de amar com afeição, a
dissociação entre fazer sexo e fazer amor, a perda de esperança nos
relacionamentos, a impossibilidade de projetar-se para o futuro, as
dificuldades no trabalho e nas escolhas provenientes da responsabilização e
interação social, e a ausência de laços de amizade.
LEJARRAGA
(2010), ao analisar as concepções de amizade presentes no pensamento de Freud e
Winnicott, entre outras referências, destaca algumas noções centrais na
perspectiva winnicottiana. Essas incluem a intimidade, o espaço potencial, o
reconhecimento da alteridade, a capacidade de estar só, a comunicação da
mutualidade, a capacidade de usar objetos, a capacidade de brincar e, ainda, a
questão da capacidade de concernimento.
“No
vínculo de amizade, a capacidade de concernimento significa consideração e
cuidado com o outro e, principalmente, preocupação e reparação dos possíveis
danos provocados no amigo pela própria ambivalência. De alguma forma, o círculo
benigno de machucar e reparar, de sentir raiva, atacar e cuidar, está sempre se
repetindo, de diversos modos, nos vínculos afetivos construtivos e duradouros.”
(LEJARRAGA, 2010, p. 96)
Por
fim, embora seja correto afirmar que B. não alcançou o estágio edípico,
paradoxalmente, durante o processo terapêutico, ele demonstra sinais de que
experimenta, na relação transferencial com Winnicott, movimentos que indicam
uma progressão em direção a esse estágio. A busca por um pai, um conselheiro ou
até mesmo um amigo frequentemente emerge no trabalho transferencial desenvolvido,
trazendo à tona materiais que apontam tanto para uma linearidade (mais teórica)
quanto para uma não linearidade (de natureza mais clínica). A experiência de
Winnicott reflete-se na complexa condução do caso, sendo possível estabelecer
uma analogia na qual ele rege uma orquestra, onde diversos instrumentos, sons e
timbres ressoam conjuntamente. O fato de B. não ter alcançado o Édipo confere a
ele o peso do não vivido, um peso que Winnicott observa e ressalta como algo
que precisava ter acontecido. Na busca por um pai que pudesse confrontar e
odiar, B., que até então encontrava um colo materno na figura paterna, pode
viver na relação com Winnicott, algo desse confronto. Processo conflitivo paradoxal,
que tem como um de seus resultados após a confrontação, a possibilidade de uma
amizade entre pai e filho.
Conclusão
Complexo, polifônico e profundo, o
caso de B., apresentado por Winnicott, evidencia elementos paradoxais que
permeiam não apenas diversas etapas do desenvolvimento maturacional humano, mas
também o próprio trabalho clínico. Um desses paradoxos manifesta-se no estágio
de dependência absoluta, na relação mãe-bebê, em que o objeto precisava ser
apresentado e encontrado para ser criado, ainda que já existisse antes mesmo de
sua criação. Esse primeiro paradoxo revela algo essencial da natureza humana:
serve como alicerce para a constituição do ser e sua tendência à continuidade.
No caso de B., entretanto, essa experiência foi atravessada por falhas
maternas, marcadas por rigidez e perfeccionismo, que o impediram de vivenciar
plenamente experiências fundamentais para sua integração e desenvolvimento.
No estágio de dependência relativa,
em que a necessidade de integrar aspectos dos potenciais instintivos e
agressivos se faz presente, a destrutividade é experimentada, sobretudo na
vivência do concernimento. Desse processo, emerge a capacidade de
reparação, o sentimento de culpa e responsabilização, que integram partes do
si-mesmo e afirmam a posição do EU SOU como expressão da
continuidade do ser.
Ou ainda, no estágio rumo à
independência, em que as relações triangulares emergem com a entrada da figura
paterna, cuja intervenção opera não apenas como um alívio para as angústias de
impotência, mas também como um espaço onde, ao experimentar o confronto e o
conflito, podem surgir aspectos como a lealdade, a administração mais complexa
das instintualidades e o manejo das ambivalências subjetivas. Um dos possíveis
desdobramentos desse processo é a construção de uma relação profunda de amizade
entre pai e filho, gestada justamente a partir do atravessamento desses
conflitos. Para além de serem compreendidos como elementos universais da
existência humana, esses momentos de confronto, na perspectiva winnicottiana,
podem ser vistos como repletos de conquistas compartilhadas — não apenas entre
pai e filho, mas também com a família, a comunidade, a sociedade e, de modo
especial, com os amigos.
Por fim, começamos. É possível
compreender que, na visão de Winnicott, a amizade desenvolve-se entre as
pessoas, estabelece-se em um contexto específico e carrega indícios de
sentimentos genuínos. Trata-se de uma relação que se aprofunda
progressivamente, dispondo-se a integrar interesses mútuos e a partilhar
necessidades, criando vínculos que transcendem a superficialidade e fortalecem
a conexão entre os indivíduos, seus espaços de trocas espontâneas e áreas de
experiências criativas.
Referências Bibliográficas:
DIAS,
E.O (2017) A Teoria do Amadurecimento. 4ª.
ed., São Paulo: DWW Editorial.
LEJARRAGA,
A.L (2010) A noção de amizade em Freud e Winnicott In: Natureza Humana
12(1): 085-104, jan.-jun. 2010
MORAES, A.A.R.E de (2010) Caso B: a
experiência da perda do concernimento e a importância da análise In: Natureza
Humana 12(1): 231-258, jan.-jun. 2010.
____________________ (2014) Depressão
na obra de Winnicott. 1ª. Reimpressão, São Paulo: DWW Editorial (2021)
RACHE, E (2008) O Início do trabalho do
paradoxo na clínica psicanalítica In: Revista Brasileira de Psicanálise ·
Volume 42, n. 1, 74-81 · 2008
WINNICOTT,
D.W (1945) Desenvolvimento emocional primitivo. In. D.W.
Winnicott Textos selecionados: Da pediatria à psicanálise (pp 281-299)
1ª. Ed. São Paulo: Ubu Editora (2021)
_________________
(1963) Comunicação e falta de comunicação levando ao estudo de certos opostos,
1963 In D.W. Winnicott O ambiente e os processos de maturação: estudos sobre
a teoria do desenvolvimento emocional (pp. 163-174) São Paulo: Artmed
Editora S.A (2008)
_________________ (1967) O conceito de
individuo saudável. In. D.W. Winnicott Tudo começa em casa. (pp 21-42) 1ª. Ed. São Paulo: Ubu Editora
(2021)
_________________
(1972) Holding e Interpretação 3ª. Ed. São Paulo: Editora WMF Martins
Fontes Ltda. (2010)

Comentários